N,
Padeço de um mal estranho; minhas mãos tremem ao ver seu retrato; eu choro de infelicidade por dentro; me lastimando por ter te conhecido.
Quero o dia livre em que deite no chão do meu apartamento e respire, e chore e deite ; fique o dia a ver nuvens estranhas de verão. De cueca, pinto de fora, tarado profissional.
Minha cabeça da rodas e eu me odeio.
E estricnina não seria má solução. Deitar nu, esmagado por veneno. E olhando o mar e vendo ela .. que deve ter sardas nos seios! Quero mordê-la .. que pena para mim.
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